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Escrito por Ricardo Amorim - 3/15/2007 06:22:00 PM

Parece, mas não é


Vou aproveitar a semana comemorativa do dia de São Patrício (17 de março), padroeiro da Irlanda, para falar do chope Brahma Black, lançado no final do ano passado. O título do post entrega tudo: as aparências enganam e a bebida não tem nada a ver com a mundialmente famosa Guinness, consumida em larga escala nas festas do santo. O Brahma Black é uma lager escura, bem mais leve e muito menos encorpada que a stout irlandesa. É um produto para ser vendido em larga escala e mira no consumidor brasileiro médio, ainda avesso a grandes aventuras gustativas.
O que torna o Brahma Black parecido, eu disse parecido, com a Guinness é a sua espuma extremamante cremosa, obtida na extração com o uso de nitrogênio ao lado do tradicional gás carbônico. O efeito é aquela cascata de espuma que vai lentamente virando líquido e descendo para o fundo do copo. Para quem não tem paciência, é um martírio esperar a coisa assentar para só então beber. Com a Guinness "on tap", acontece o mesmo, apesar de a gringa não usar nitrogênio. Nos pubs e bares que cumprem com rigor o ritual da irlandesa, você precisa esperar o tirador completar o seu serviço até que o pint chegue a suas mãos. Um dos slogans da Guinness, inclusive, é "Good things come for those who wait" (as boas coisas vêem para aqueles que sabem esperar, em mais uma tradução livre).
No quesito sabor, o Brahma Black é, como eu disse, muito mais leve e menos encorpado, quase um clone bronzeado do seu irmão claro. Quem vai com sede ao copo achando que vai experimentar algo semelhante à Guinness se decepciona. Mas para quem quer apenas beber uma novidade, preparada ao gosto nacional, pode ser uma boa pedida. Mas eu ainda prefiro o chope claro bem tirado. E, logicamente, a Guinness original. Um brinde a São Patrício! Saúde!

PS: Aliás, para quem saber onde beber Guiness e festejar o Saint Patrick´s Day, vale uma visita ao blog do Edu Passarelli. O cara está fazendo uma cobertura bem legal dos eventos relacionados à data.

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Ricardo Amorim


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